Sua íris por R$ 700: O que está por trás do projeto de escaneamento de olhos no Brasil?
Em reportagem ao LexLegal Brasil, o sócio Thomaz Côrte Real comenta sobre o consentimento e remuneração dos participantes do projeto de escaneamento de íris da Tools for Humanity, que tem viralizado nas redes sociais. No vídeo compartilhado, uma jovem relatava que receberia 25 unidades de criptomoeda da WorldCoin, avaliadas em cerca de R$ 700. No entanto, a forma de remuneração e compartilhamento de dados biométricos gerou discussões sobre conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Para Thomaz, em um cenário onde há recompensa financeira, como a WorldCoin, surge a questão sobre a real liberdade do consentimento, especialmente diante das condições socioeconômicas do Brasil. Ele avalia que o consentimento pode ser considerado viciado quando há um desequilíbrio de poder entre as partes, como indivíduos em situação de vulnerabilidade econômica que se sintam pressionados a fornecer seus dados em troca de benefícios financeiros.
Confira na íntegra aqui.
